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REMUNERAÇÃO
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Salários crescem acima da inflação

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Foram divulgados recentemente os últimos resultados da mais nova Pesquisa Manager de Remuneração. A Pesquisa contou com a participação de 584 empresas de grande, médio e pequeno portes de várias regiões geográficas e analisa as médias salariais tanto do salário base como da remuneração total de 685 cargos em 36 setores da economia nacional, o que representa uma cobertura ainda mais abrangente do que a do ano anterior.
Os dados da Pesquisa Manager de Remuneração apontam um crescimento dos salários acima da inflação em relação ao ano passado. Os setores que apresentaram os maiores reajustes foram o metalúrgico, farmacêutico, químico e petroquímico, que são compostos principalmente por empresas de grande porte e possuem sindicatos fortes e, conseqüentemente, os melhores salários.
Em contraponto, os setores com os menores reajustes, foram o têxtil, transportes, calçadista e turismo e lazer, devido à tendência de um modelo de empresa mais conservadora e familiar e sem políticas de Recursos Humanos mais competitivas.
A pesquisa aponta ainda uma maior tendência das empresas em atrelar os salários de seus executivos aos resultados financeiros da empresa e para os demais níveis pelo cumprimento de metas. Para cargos de gerência, intermediários e similares, há maior oferta de conceder a Participação nos Lucros e Resultados - PLR e Comissões e, para cargos da alta administração, uma política de bonificação.
Outro ponto que merece atenção nos dados levantados na pesquisa é que não necessariamente as empresas de grande porte é que praticam os melhores salários. Nas pequenas e médias empresas devido à multifuncionalidade, acúmulo de funções e responsabilidades, pode ocorrer uma elevação substancial do salário potencial do funcionário.
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Fonte: Manager On Line
Por Leonardo Wilhelm
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Escrito por Marden David às 15h00
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Ansiedade profissional
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A ansiedade no trabalho pode fazer com que muitas pessoas deixem de aproveitar oportunidades profissionais e de usufruir as satisfações e os benefícios proporcionados pelo trabalho. Muitas vezes ignoramos os sintomas da ansiedade – as batidas aceleradas do coração, a respiração rápida e ofegante, o estômago contraído, a fala trêmula e os pensamentos desordenados e as mãos suadas. Tentar disfarçar ou fingir que nada está acontecendo, em curto prazo, pode causar mais problemas, como piora do desempenho e até o aumento da ansiedade e tudo isso, em longo prazo, limita ainda mais as chances de sucesso e a satisfação profissional. Não é possível ficar totalmente seguro e ainda obter as coisas que trarão satisfação, é necessário assumir alguns riscos. Em outras palavras: precisamos nos colocar em situações de perigo ou risco, sair do comodismo.
Primeiro ato: luta e fuga
Essa reação é natural ao ser humano e pode até salvar vidas em situações extremas. A ansiedade em determinada quantidade auxilia a prever resultados negativos e evitá-los. O cérebro e o corpo permanecem programados com a reação de luta e fuga, quer as pessoas precisem ou não dessa energia de emergência. O que ocorre quando uma situação de trabalho estressante ou um temperamento facilmente excitável aciona continuamente a reação de luta e fuga em você? A reação de luta e fuga pode nos ajudar no trabalho.
Segundo ato: ansiedade da separação e medo de estranhos
Especialistas acreditam que essa primeira ansiedade da separação, aliada ao medo de estranhos, estabelece o padrão para reações de medo e ansiedade posteriores. Essas respostas iniciais criam uma base biológica que os adultos podem manifestar em muitos tipos de comportamento de fuga ou como uma necessidade de se apegar à segurança do que lhes é familiar.
O autoconhecimento reduz a ansiedade
Uma das causas do estresse e da ansiedade no trabalho é a tensão habitual que surge quando pessoas com personalidades diferentes dividem o mesmo ambiente e acabam se chocando. Todos sentem a constante evolução da ansiedade, do atrito e as divergências podem, eventualmente, se transformarem em confronto. Uma forma de cortar essas tensões logo no início é, primeiramente, avaliar suas verdadeiras características no trabalho e, então, criar um quadro daquelas que seriam ideais. Ao comparar seu “eu verdadeiro” com seu “eu ideal” você conseguirá estabelecer como alvo os comportamentos que deseja modificar e mudá-los pode facilitar as interações diárias com seus colegas e, dessa maneira, reduzir a ansiedade. Como você se vê no trabalho?
Risco, coragem e expectativa
Muitas vezes sentimos ansiedade ao enfrentar situações em que há possibilidade de perda, desapontamento ou mesmo ferimento e morte. A ausência de medo pode, algumas vezes, ser entendida como insensibilidade, estupidez ou imprudência, mas nunca deve ser confundida com coragem. A coragem é agir adequadamente mesmo quando você se sente receoso e, geralmente, é resultado do aprendizado. Você pode aprender a agir corajosamente.
Ansiedade antecipatória: o medo de riscos
Usar a imaginação para resolver problemas simples e cotidianos, em casa e no trabalho, e prever perdas e ganhos é tão natural que muitas vezes não percebemos que possuímos essa capacidade. Quando a reação é de temor diante da antecipação de um perigo previsto ou imaginado é a ansiedade antecipatória que pode se tornar um problema por si só. Ela traz o desconforto de sentir que é um mau negócio apresentar-se voluntariamente para um novo projeto, que é perigoso solicitar melhores benefícios profissionais e imprudente transferir-se para um novo departamento. Você sente que o risco é grande demais e opta por evitar o desconforto físico baseado no uso preliminar de sua forte imaginação. Você pode, entretanto, aprender a dominar sua própria imaginação controlando os riscos, corajosamente! Que fatos poderiam acontecer no trabalho que fariam seu sangue gelar? O seu maior medo é ser repreendido diante de todos? Ou é ser demitido ou rebaixado? O mundo profissional, certamente, contém pressões específicas que as pessoas devem combater com sua própria energia. Há prazos a cumprir, pedidos urgentes a atender, normas governamentais a serem seguidas, documentos a serem preparados ou digitados, correspondência a ser enviada – milhares de pressões diferentes. A maioria das pessoas, entretanto, geralmente é estimulada ou estressada em excesso. A mensagem que seus cérebros recebem é: produza mais energia, mais rapidamente! Porém, quanto mais rápido o ritmo, maior é a dificuldade em mantê-lo e mais intensamente o sistema nervoso é energizado. Aí ficamos com energia nervosa em excesso.
Fonte: MSN
por Katia Cristina Horpaczky |
Escrito por Marden David às 14h59
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A Importância da aparência na entrevista profissional
Como se vestir para entrevista de emprego
A regra de que a primeira impressão é a que fica é ainda mais verdadeira para quem está em busca de emprego. Além do jeito como o candidato se porta e fala de suas habilidades, a forma como ele se apresenta também é avaliada pelos recrutadores. Alguns figurinos podem garantir uma imediata impressão negativa do entrevistado, ofuscando todas as qualidades profissionais que poderiam ser relevadas na entrevista. Mas, com que roupa se apresentar?
João Pedro Caiado, especialista em recursos humanos e presidente da empresa de headhunter e outplacement Human Development Organization, afirma que o candidato que está vestido formalmente nunca está errado, mesmo quando a entrevista ocorre em ambiente informal. Segundo ele, as duas palavras chaves no quesito traje é terno para os homens e tailler para as mulheres.
"É importante lembrar que as empresas adotam comportamentos e trajes de acordo com sua cultura interna e estes podem variar de uma para outra. Empresas multinacionais, porém, tendem a ser mais conservadoras quanto ao quesito avaliação do perfil visual dos candidatos no momento da entrevista", afirma o especialista.
Independentemente do cargo almejado e do tipo de empresa, alguns itens de roupas e acessórios devem ser evitados, como gorros, minissaias, camisetas estampadas e até sapato muito gasto. "Na maioria das empresas há um senso comum que diz o que deve ou não ser usado numa entrevista de emprego", explica Caiado.
Como não há uma segunda chance para causar uma boa impressão, o especialista em RH dá algumas dicas do que não se deve usar em uma entrevista.
O que não usar numa entrevista:
Pasta de elástico com seu currículo. No lugar use uma maleta ou pasta-portfólio;
Óculos de sol no alto da cabeça ou fones de ouvido no pescoço. Guarde qualquer aparelho que esteja usando;
Roupas coloridas ou brilhantes. Exceto em empresas informais;
Roupas largas ou apertadas demais. Considere como um investimento pessoal comprar uma boa roupa para as entrevistas - e que seja do seu tamanho.
Sapato inadequado. Nem pense em tênis, sandálias ou qualquer tipo de sapato aberto.
Não exagere na loção pós-barba, perfume ou colônia. Lembre-se de que há pessoas que têm alergia a determinados aromas - e o entrevistador pode ser uma delas.
Cuidado com roupa nova. Retire todas as etiquetas e lembre-se de cortar o alinhavo que mantém os bolsos do paletó fechados.
Evite piercings e tatuagens visíveis;
Roupa amassada ou suada. Se necessário, tenha à mão outra camisa para a ocasião.
Em uma entrevista evite
| Para os homens |
Para as mulheres |
| Unhas compridas |
Unhas mal cuidadas |
| Gravata errada. O correto é usar uma feita de seda, com uma estampa reservada. |
Excesso de maquiagem. Prefira tons discretos, cor de pele. |
| Brinco. Não use qualquer acessório como bijuteria ou jóia |
Decotes, tomara-que-caia, quadrados, redondos ou em formato U. Decotes em V são mais apropriados, pois alongam o colo. |
| Cabelos pintados, principalmente quando a cor não aparenta ser natural. |
Saia muito curta. A saia deve ser comprida o suficiente para cobrir o necessário quando as pernas forem cruzadas |
| Camisa de manga curta, mesmo quando usada com a gravata. |
Vestidos justos ou agarrados. Se for uma pessoa mais gordinha, prefira os de corte reto e de apenas uma cor ou de listras verticais |
| Meias que não combinam com os sapatos ou meias curtas que deixam aparecer a canela quando se senta. |
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Dicas que fazem a diferença para mulheres
Quadril largo - use colares, lenços e decotes para chamar a atenção para a parte de cima
Pernas Grossas - prefira roupas mais escuras, sempre no tom da saia
Pernas Finas - abuse de calças de cores claras e estampadas. Evite calças justas
Busto Grande - use blusas mais soltas, blazer de gola fina, sem muitos botões e enfeites
Pouca estatura - não use roupas com detalhes horizontais de uma só cor. Não use cintos contrastantes. Escolha sapatos leves e delicados, não de saltos exagerados.
Muita estatura - Não use uma só cor nas roupas. Abuse de acessórios grandes e cintos largos
Mais gordinhas - prefira calças de corte reto e blazers na altura dos quadris. Não use ombreiras nem roupas com bolsos grandes próximos aos seios. Use apenas peças com listras verticais e estampas pequenas com fundo escuro. Cores escuras disfarçam o excesso de peso e túnicas e camisões escondem a cintura e os quadris. Não use cintos.
Dicas que fazem a diferença para homens
Terno: Não feche o último botão. O ideal é que a manga termine na ponta dos dedos
Calça: Deve chegar até a metade da altura do calcanhar do sapato
Jeans: Combina apenas com blaiser esportivo, em ambientes informais
Meias: Devem combinar com o conjunto de cores do vestuário
"Seguindo estas dicas, não há como comprometer a entrevista de emprego do candidato com reparações e avaliações negativas por motivo de escolha de vestuário", conclui Caiado.
Fonte: Canal Executivo - Uol
Escrito por Marden David às 16h20
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Desemprego volta a subir
Desemprego sobe pelo segundo mês e atinge 10,6% da PEA
Rio de Janeiro, RJ (FolhaNews) - A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país subiu pelo segundo mês seguido e chegou a 10,6% da População Economicamente Ativa em fevereiro, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em janeiro, com um movimento típico de início de ano, a taxa subiu para 10,2%.
A taxa de desemprego costuma apresentar movimento ascendente no início do ano com a dispensa dos trabalhadores temporários. Em razão do grande número de feriados no final do ano, a procura por emprego neste período costuma ser menor.
Com isso, janeiro e fevereiro são marcados pelo aumento no número de pessoas em busca de trabalho. Em dezembro, o desemprego atingiu o menor nível da série histórica do IBGE, iniciada em 2001, e ficou em 9,6%.
Desocupação
O total da população desocupada aumentou em 109 mil entre janeiro e fevereiro e chegou a 2,313 milhões de pessoas.
Entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, a variação mais significativa da taxa de desemprego em fevereiro na comparação com janeiro foi verificada no Rio de Janeiro, passando de 7,4% para 8,4%. Em São Paulo, a taxa passou de 11,1% para 11,5%, mas o IBGE não considera o aumento significativo estatisticamente.
O IBGE destaca que houve um aumento significativo no número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, de 1,5% em relação a janeiro e de 5,9% na comparação com fevereiro do ano passado. Os trabalhadores sem carteira tiveram queda de 3,5% em relação a janeiro e alta de 5,7% na comparação com fevereiro de 2004.
A pesquisa da Fundação Seade/Dieese, divulgada ontem, também aponta aumento do desemprego. Na região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego interrompeu uma trajetória de queda de nove meses e voltou a subir em fevereiro. De acordo com a pesquisa, o percentual de desempregados em São Paulo chega a 17,1% da População Economicamente Ativa).
Renda
Apesar do aumento do desemprego, a renda do trabalhador cresceu 1% em relação a janeiro e 2,6% sobre fevereiro de 2004. A renda alcançou R$ 932,90 no mês passado.
Somente o Rio de Janeiro teve queda no rendimento entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas. O recuo foi de 1,1%. São Paulo teve alta de 1,5%.
Fonte: Folha Online
Escrito por Marden David às 10h14
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Resiliência: A competência da hora
A forma como você suporta as pressões diz muito sobre sua capacidade de obter sucesso na carreira
Durante quatro anos, de 1999 a 2003, o executivo mexicano Micael Cimet, 51 anos, presidente da EDS para a América Latina, viveu uma espécie de inferno astral. Dick Brown, o CEO mundial da empresa na época, tinha um estilo de trabalho completamente oposto ao seu. "Nós não estávamos na mesma sintonia", diz ele. Micael queria mudanças profundas, transparentes e verdadeiras, enquanto Dick, segundo ele, buscava soluções de curto prazo e superficiais. E nessas horas, para Micael, há somente duas alternativas: ou fugir da encrenca ou ficar e lutar por aquilo que acredita. Ele optou por permanecer. A cada nova crise no relacionamento, Micael assimilava os golpes, procurava relevar as rusgas e jamais perder a paciência para não contaminar toda a equipe com crises de mau humor. A estratégia deu certo. Em 2003, Dick deixou a empresa e Micael pôde continuar seu trabalho com mais tranqüilidade. Essa capacidade de Micael de resistir à pressão, de ser flexível ao extremo e de não perder a cabeça em momentos de tensão é algo cada vez mais valorizado pelas organizações. Tornou-se tão importante que ganhou até mesmo um nome: resiliência, expressão que no dicionário é definida como a capacidade de um objeto de resistir a choques. Transportada para o universo corporativo, pode ser traduzida como a capacidade de um indivíduo ir de um extremo ao outro dos seus limites, como se fosse um elástico, sem se romper. E, se você não possui essa capacidade, precisa começar a desenvolvê-la rapidamente. De acordo com o consultor Eduardo Carmello, autor do livro Supere: A Arte de Lidar com as Adversidades (Editora Gente, 95 páginas), 80% das pessoas têm suas competências diminuídas ou ocultadas quando passam por situações adversas e não conseguem lidar bem com elas. Portanto, a flexibilidade e a resistência nos momentos de tensão facilitam muito a vida. "O resiliente é uma espécie de equilibrista de pratos do circo", diz Eline Kullock, presidente do Grupo Focos, consultoria especializada em recursos humanos. "A pessoa tem de estar muito concentrada e consciente do que está fazendo para manter todos os pratos equilibrados. E, se um deles cair, não pode se abalar, pois precisa continuar girando os demais e prosseguir com sua apresentação." O consultor e palestrante Tom Coelho concorda com Eline. "O resiliente se torna ator de seu destino. Ele não se abate, não se queixa e não se curva. Se algo dá errado, procura compreender as razões do fracasso e tenta reverter o quadro."
Maiores chances de sucesso Por terem uma postura tão proativa e ao mesmo tempo não se abater diante das dificuldades que encontram no dia-a-dia, os profissionais resilientes são cada vez mais cobiçados para ocupar cargos estratégicos nas organizações. "Os resilientes são muito valorizados atualmente", afirma a headhunter Iêda Novais, da Mariaca & Associates.
Várias organizações já criaram ações para desenvolver essa competência em seus funcionários. A Phillips, por exemplo, desenvolveu o Projeto Ação Inteligente Contínua exatamente para torná-los mais flexíveis e tolerantes às mudanças. "Se a companhia oferece condições para o profissional pensar, refletir e raciocinar melhor, seguramente ele irá produzir mais", diz Elizabeth Amadei Nogueira, assessora do departamento de saúde e qualidade de vida da empresa. A Bosch, por sua vez, promove há dez anos uma série de atividades que visa aumentar em seus colaboradores a capacidade de suportar as pressões do dia-a-dia, além de lidar com situações adversas de maneira mais saudável. O programa começa com a avaliação 360 graus e o mapeamento das competências individuais. Se houver necessidade, a pessoa que tem deficiências passa a participar de eventos como seminários, jogos e atividades esportivas que a estimulam a superar limites, correr riscos e trabalhar com uma série de situações imprevisíveis. "Já que não é possível eliminar a pressão, acreditamos que o melhor é trabalhar o fortalecimento da resiliência em nossa equipe", diz Arlene Heiderich, gerente de recursos humanos para a América Latina.
Marcelo Munerato de Almeida, 34 anos, diretor executivo da AON Consulting, é outro bom exemplo de profissional resiliente. Ele lembra de quando recebeu um convite para substituir um executivo de uma empresa recém-adquirida pela AON em Belo Horizonte que tinha praticamente o dobro da sua idade. Marcelo estava com 29 anos na época. Os outros executivos, que ficariam sob seu comando, também eram bem mais velhos. "Resolvi usar os fatores adversos, como a pressão e a desconfiança, para motivar a equipe a alcançar os resultados", afirma. "Adotei o discurso de que eu não chegaria a lugar algum sozinho e que precisava da ajuda deles. Valorizei o trabalho de cada um, apesar da resistência de algumas pessoas, e aos poucos o quadro foi melhorando." Em um ano, todos assimilaram a cultura da AON.
Saúde em dia Saber enfrentar melhor os problemas tem também um impacto positivo na saúde. Segundo uma pesquisa realizada no Brasil pela International Stress Management Association (Isma-Brasil), 83% das pessoas não podem ser consideradas resilientes. Ainda de acordo com o estudo, 80% desses entrevistados têm mais chances de desenvolver problemas emocionais como depressão e ansiedade; 75% de apresentar sintomas físicos como dores de cabeça e musculares, azia e alergias; e 72% de ter desvios comportamentais como agressividade, passividade e dependência química.
Ser resiliente, portanto, faz com que a pessoa não se estresse tanto. Ana Maria Rossi, presidente da Isma-Brasil, diz que isso, por si só, já deveria ser suficiente para que as pessoas se conscientizassem da necessidade de ser mais flexíveis. "Nem todo mundo que é resiliente consegue alcançar o sucesso que sonhava", diz. "Mas o que realmente está em jogo não são os resultados que a pessoa obterá no futuro, e sim o preço do desgaste físico e emocional."
Para se tornar uma pessoa resiliente não é preciso estudar nenhuma técnica. Para Marcelo Munerato, da AON, a busca pelo autoconhecimento foi fundamental. "O trabalho voluntário, por exemplo, me deu muitas lições de vida. Se aquela pessoa que você ajuda vive precariamente e sorri, porque você não pode fazer o mesmo?"
EM BUSCA DO EQUILÍBRIO Dez dicas para você se tornar uma pessoa resiliente:
1. Em vez de se perguntar "por que isso aconteceu comigo?", procure se incluir na situação.
2. Crie significado para a sua realidade de vida. Ele lhe dará a esperança de um futuro melhor.
3. Procure conhecer a verdadeira dimensão dos problemas. Os boatos só alimentam a tensão e o desespero.
4. Separe quem você é do que você faz.
5. Tente visualizar seu futuro próximo e antecipar acontecimentos para fazer frente às transformações de cenário.
6. Não perca tempo com reclamações. Procure solucionar o problema.
7. Fique atento aos seus sentimentos e às necessidades de seu corpo, como sono, cansaço, fome etc.
8. Para não se tornar uma pessoa rígida e inflexível, tenha a criatividade como parceira constante.
9. Cultive e valorize seu poder de escolha.
10. Encare e gerencie as adversidades como situações passageiras.
Fonte : Revista Você S/A
Escrito por Marden David às 15h26
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Perfil Profissional
O Mercado de Trabalho está cada vez mais exigente com relação às competências e perfil de seus profissionais.
Abaixo uma tabela do que "Sai" e do que "Entra" :
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Sai |
Entra |
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Habilidade |
Competência |
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Saber Fazer |
Saber aprender a fazer |
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Disciplina |
Auto Controle |
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Obediência |
Iniciativa |
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Obediência às regras |
gestão do aleatório (saber lidar com surpresas) |
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Reação |
Ação |
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Memorização |
Raciocínio |
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Execução |
Diagnóstico |
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Concentração |
Atenção |
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Formação Breve ou Longa |
Formação Contínua |
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Individualismo |
Coletivismo |
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Isolamento |
Comunicação |
O profissional deve ser polivalente e flexível, com grande capacidade de adaptação.
Fonte: Departamento de psicologia - Universidade Federal de Santa Catarina
Escrito por Marden David às 14h45
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Desemprego de SP desacelera em janeiro pela 4ª vez em 20 anos
SÃO PAULO – A taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo desacelerou de 10% em dezembro de 2004 para 9,9% em janeiro de 2005, revela a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Seade/Dieese. Em 20 anos de pesquisa, esta é a quarta vez que o índice desacelera no primeiro mês do ano.
O número de desempregados em janeiro foi de 1,659 milhão de pessoas. O percentual de desemprego total desacelerou de 17,1% para 16,7% da População Economicamente Ativa (PEA). Mesmo movimento ocorreu com o desemprego oculto: de 7,1% para 6,8%.
Durante o período, a queda de 0,7% no nível ocupacional se deu a cortes no setor de Serviços (46 mil) e no Agregado Outros Setroes (64mil). Também houve redução no emprego público (30 mil) e no trabalho autônomo (20 mil).
Rendimentos
Em janeiro, a renda média de assalariados e ocupados recuou 1,8% e 0,4%, respectivamente, passando para R$ 1.071 e 1.013
Fonte: Da redação do site www.ig.com.br
Escrito por Marden David às 11h05
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EMPREGO NA INDÚSTRIA TEM O MELHOR RESULTADO DESDE 1990
SÃO PAULO - O emprego na indústria registrou crescimento de 1,9% em 2004 e registrou o melhor resultado desde 1990. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no quarto trimestre de 2004, frente a igual período do ano anterior, o crescimento foi de 4,3% no número de pessoas ocupadas.
O crescimento de 4,4% no índice mensal foi resultado do aumento no nível de emprego em 13 das 14 áreas e em 13 dos 18 segmentos investigados, cujos destaques foram alimentos e bebidas (6,6%), máquinas e equipamentos (16,0%) e meios de transporte (16,5%).
A região Norte e Centro-Oeste cresceu 8,0% e o Rio de Janeiro ficou com a menor taxa positiva (1,4%). São Paulo, com 4,6%, foi o local que exerceu a contribuição mais significativa para o total do país. Neste estado, que detém cerca de 38% do emprego industrial, 12 setores contrataram mais do que demitiram, sobressaindo máquinas e equipamentos (26,1%) e meios de transporte (16,6%).
Ainda na comparação dezembro 04/dezembro 03, somente o Rio Grande do Sul apresentou queda (-0,9%), em função das demissões em oito ramos industriais, em especial, calçados e couro (-12,4%). No total do país, as demissões superaram as contratações em cinco ramos, sendo que os principais impactos negativos foram de produtos de metal (-4,1%) e calçados e couro (-3,7%).
Na análise trimestral, observa-se que 2004 teve evolução inversa ao ano anterior. Em 2003, somente o primeiro trimestre foi positivo. Já em 2004, o emprego apresentou trajetória crescente e positiva nos três últimos trimestres: 1,0% no segundo, 3,0% no terceiro e 4,3% no último trimestre. Este movimento é explicado pelo crescimento da atividade industrial observado ao longo de 2004.
Fonte: Da redação do site www.ig.com.br.
Escrito por Marden David às 09h46
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PROGRAMA DE TRAINEES SADIA
Sadia abre inscrições para o Programa de Trainees 2005
Até 14 de março estarão abertas as inscrições para o Programa de Trainees 2005 da Sadia. São cerca de 100 vagas para candidatos que estejam cursando o último período da universidade ou sejam recém-formados em 2004 e 2003.
O objetivo da companhia é atrair, desenvolver e reter jovens talentos com perfil adequado às necessidades atuais e futuras da Sadia. As inscrições devem ser feitas por meio do site www.sadia.com.br/trainees
Os selecionados devem ter flexibilidade para mudança de cidade, pois poderão atuar em qualquer uma das unidades ou filiais da Sadia.
Os trainees terão a oportunidade de trabalhar em diversas áreas da companhia, como: cadeia de abastecimento, financeira, industrial, logística, marketing, recursos humanos e vendas. Os jovens serão distribuídos de acordo com o perfil de cada um, o curso universitário freqüentado e da disponibilidade de vagas. A escolha da área de atuação é feita no momento da inscrição.
Para os candidatos escolhidos no processo de seleção a Sadia oferece os mesmos benefícios dos colaboradores, além da oportunidade de um plano de carreira em uma das principais indústrias de bens de consumo da América Latina. No ano passado o Programa de Trainees da Sadia atraiu mais de 20.000 jovens, dos quais 112 foram contratados.
A seleção do Programa de Trainees 2005 da Sadia se estende até maio. Logo após a fase da inscrição, os candidatos farão uma prova pela internet. As etapas seguintes incluem dinâmica de grupo, prova presencial e entrevistas individuais.
Todas as fases são eliminatórias. Os jovens interessados devem apresentar como pré-requisitos fluência em inglês e conhecimentos de informática, pacote Office. O programa tem duração de 20 meses e os aprovados iniciam as atividades na Sadia a partir do mês de julho.
Fonte: Canal Executivo
Escrito por Marden David às 08h54
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A importância do Software livre na Capacitação Profissional
Resumo Este artigo propõe especificar as vantagens no uso de software livre, tanto no âmbito corporativo quanto na capacitação profissional de todos que tendem a aderir ao software livre. Em todas as áreas do conhecimento há uma constante evolução tecnológica, e cada vez mais há a necessidade de que todos os profissionais, independente das áreas de atuação, possam obter acesso às novas tecnologias, visando garantir oportunidades em um mercado de trabalho altamente competitivo, num país onde o desemprego é um dos principais fatores que o integram no grupo dos países em desenvolvimento. Importa-se muita tecnologia, além de muitos profissionais capacitados na implantação dos novos recursos. O software livre é utilizado em muitas das tecnologias que o país “importa”, principalmente nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicações. A renovação veloz e constante do conhecimento é um dos principais elementos que caracterizam a era da Informação.
1. Necessidades de capacitação profissional A revolução tecnológica iniciada nas 2 grandes guerras do início do século XX em todo o mundo fez com que os profissionais necessitassem de criatividade e capacitação para obter todo o conhecimento necessário ao domínio das novas tecnologias emergentes das revoluções. A liberdade de expressão e produção de conhecimento obtiveram grande crescimento durante este período. Este conhecimento foi multiplicado com a invenção das redes de computadores: antes da existência da Internet, haviam as “redes proprietárias”, e a partir do modelo de interconexão de sistemas – OSI – teve-se a implantação da maior rede de conhecimento e capacitação de informação.
Diante de um mercado de trabalho competitivo, onde o desemprego é um problema enfrentado por todas as áreas da economia, o principal fator que diferencia o nível de profissionais capacitados ao mercado de trabalho é a diversidade de conhecimento, independente do nível profissional do trabalhador. Capacitar significa aperfeiçoar, adicionar, atualizar os conhecimentos de um profissional para torná-lo apto a competir no mercado de trabalho.
2. Software livre e capacitação profissional Com a constante popularização do software livre, surgiram oportunidades no mercado de trabalho. Utilizando o código aberto, diversos profissionais podem desenvolver soluções e demonstrar sua capacitação. As corporações, por sua vez, obtém uma diversidade de soluções, escolhendo a que melhor se adequa à sua estrutura.
Software livre não quer dizer simpesmente “Software Gratuito”. Software livre é uma nova tecnologia, comparada à tecnologia de arquitetura aberta dos primeiros computadores pessoais, iniciada em 1981, representando o marco da expansão do uso de computadores pessoais ao mercado de usuários domésticos.
Assim como as primeiras gerações de computadores eram específicas à evolução dos computadores de grande porte (hoje conhecidos como servidores), o software livre ocupa posição relevante em aplicações para servidores, como o Apache, utilizado em 67,85% dos Servidores Web 2, que pode ser considerada a principal responsável pela disseminação do software livre no mundo. O protocolo utilizado por todos os equipamentos que compõem a Internet, o TCP/IP, é um padrão aberto de protocolos, onde só é possível esta integração da rede devido à portabilidade necessária à conectividade de distintas plataformas (software livre e software proprietário). Antes do protocolo TCP/IP, as redes de computadores utilizavam protocolos proprietários, não havendo integração entre essas redes, impossibilitando a evolução e disseminação de tecnologias de redes proprietárias. Em suma, sem software livre, não teríamos a Internet como forma de geração de conhecimento e, consequentemente, capacitação profissional.
3. Considerações Finais Esse artigo apresentou uma visão do software livre como uma nova tecnologia importante no âmbito da tecnologia da informação. Difundir soluções em software livre que atendam às necessidades do mundo corporativo e social é a principal característica dos sistemas livres. Não interessa ao software livre criticar empresas proprietárias de software. Soluções livres e proprietárias terão sempre participação no mundo corporativo de soluções em automação, e o mercado corporativo e social definirão a melhor solução a ser implementada.
Referências 1 Silveira, Sérgio Amadeu. Exclusão Digital. São Paulo, Editora Fundação Perseu Abramo,2001.
2 Netcraft. Disponível em http://news.netcraft.com/archives/web_server_survey.html . Acesso em 13/09/2004
3 Netcraft. Disponível em http://news.netcraft.com/archives/performance.html. Acesso em 13/09/2004 .
4 Portal de notícias Linux Security Brasil. Disponível em http://brlinux.linuxsecurity.com.br/noticias . Acesso em 29/04/2004.
5 Almeida, Rubens Queiroz. Linux: Dicas & Truques. Curitiba: Conectiva S.A., 2000.
6 Silveira, Sérgio Amadeu. Tecnologias de Sustentabilidade: biodiversidade, bioética, bioconstrução e permacultura. Painel de Aprofundamento, Fórum Mundial de Educação, São Paulo, 2004.
7 Semana de Capacitação Profissional em Software Livre. Disponível em http://interagir.softwarelivre.gov.br.
Fonte: www.michelazzo.com.br
Escrito por Marden David às 16h02
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Entidades sem fins lucrativos pagam melhores salários que empresas em geral
SÃO PAULO - O Brasil tem 276 mil instituições privadas sem fins lucrativos. Elas empregam 1,5 milhão de pessoas e pagam, entre salários e outras remunerações, R$ 17,5 bilhões. Tais organizações são ao mesmo tempo voluntárias, autônomas e privadas, formadas por cidadãos reunidos livremente em torno de objetivos comuns.
Os dados fazem parte do estudo inédito realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), divulgado nesta sexta-feira (10). O levantamento contou com o apoio da Associação Brasileira de Organizações não-governamentais (ABONG) e do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE).
Remuneração das empresas sem fins lucrativos A pesquisa mostra que a média dos salários de trabalhadores de empresas sem fins lucrativos, 4,5 salários, tende a ser um pouco maior que a média de 4,3 salários mensais dos empregados de empresas em geral, públicas, privadas lucrativas e não-lucrativas.
Segundo o estudo, os salários costumam ser, de modo geral, maiores conforme o tamanho das organizações. As de maior porte como hospitais, escolas e universidades, costumam demandar mão-de-obra mais qualificada, e assim são obrigadas a pagar mais.
Os que trabalham em organizações religiosas, por exemplo, recebem 2,9 salários, metade dos 6 salários mínimos de quem trabalha na educação. A maior desigualdade salarial é entre os trabalhadores de empresas de defesa dos direitos, que recebem, na área de treinamento, 10 salários mínimos mensais, em oposição aos 2 salários dos trabalhadores de associações de bairro.
Para os assalariados de organizações que trabalham com meio ambiente, a remuneração é acima da média, chegando a 5,2 salários mensais. Também quem está na folha de pagamento de entidades de educação superior, faculdades e universidades, ganham 7,6 salários, o triplo dos empregados em instituições de educação infantil.
Já os funcionários de instituições ligadas a arte, que recebem 7 salários mínimos, ganham mais do que quem trabalha em áreas ligadas a esporte e lazer, com 3,5 salários mínimos.
Mão-de-obra cresce menos que número de organizações A mão-de-obra teve aumento significativo, 48% entre 1996 e 2002. Mas foi menor que o crescimento de 157% no número de organizações no mesmo período. Isso acabou por diminuir o tamanho dessas entidades. As maiores expansões em termos de tamanho da empresa e de empregos aconteceu, justamente, naquelas que aumentaram em número.
Foi o que aconteceu com as entidades de defesa de direitos, que tiveram aumento de 79% no emprego. As associações de moradores e as organizações de defesa de direitos de grupos e minorias, por exemplo, dobraram seus recursos humanos em seis anos (135% e 111% respectivamente). O crescimento ocorreu também nas associações patronais e profissionais (72%) e nas de meio ambiente (65%).
As entidades que prestam serviço na educação contrataram mais 146 mil trabalhadores, um aumento de 49% de 1996 a 2002. Por sua vez, as faculdades e universidades registradas como sem fins lucrativos aumentaram as contratações em 85%, com 90 mil novos trabalhadores.
Já o ritmo de contratações em áreas como cultura e saúde foram bem menores, de 9% e 35%, respectivamente. O menor crescimento foi das entidades de esporte e recreação, que contrataram apenas 2 mil pessoas, o equivalente a uma elevação de apenas 2%.
Fonte: InfoMoney
10/12/2004
Escrito por Marden David às 16h12
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Taxa de desemprego é a menor desde outubro de 2001, diz IBGE
SÃO PAULO - A taxa de desocupação estimada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE foi de 10,5% em outubro. Esta foi a segunda queda consecutiva e é a menor taxa desde outubro de 2001 - quando a nova série foi iniciada. Esse percentual (10,5%) só fora atingido em dezembro de 2002. Em relação aos meses de outubro de 2002 (11,2%) e 2003 (12,9%), a taxa de desocupação de outubro caiu 0,7 e 2,4 pontos percentuais, respectivamente.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação masculina foi de 8,7%, com queda de 0,7 ponto percentual em relação a setembro de 2004. Entre as mulheres, a taxa foi de 13,4% não apresentando variação em relação a setembro. Regionalmente, em relação a setembro, houve alteração significativa apenas em Porto Alegre (de 8,7% para 7,6%). Em relação a outubro de 2003, Recife (de 14,4% para 12,1%), Belo Horizonte (de 11,2% para 9,6%), São Paulo (de 15,0% para 11,2%) e Porto Alegre (de 10,1% para 7,6%) tiveram alterações significativas.
População ocupada
A PME de outubro estimou em 19,4 milhões o total de pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas, nas seis regiões pesquisadas. Houve estabilidade (0,2%) em relação a setembro e expansão de 4,2% (ou mais 774 mil pessoas ocupadas) contra outubro de 2003. Os homens representavam 56,5% dos ocupados e as mulheres, 43,5%. Por faixas etárias, a população ocupada estava assim distribuída: 0,3% na faixa de 10 a 14 anos de idade; 2,0% na de 15 a 17 anos; 16,7% na de 18 a 24 anos; 63,1% na de 25 a 49 anos e 17,9% na de 50 anos ou mais. O grupo de 16 a 24 anos, alvo do Programa do Primeiro Emprego, representava 18,3% da PO.
Renda
Em outubro, o rendimento médio real habitualmente recebido pelo trabalhador (R$ 900,20) caiu em relação a setembro (-1,2%) e subiu (2,6%) em relação a outubro de 2003. Em relação a setembro, houve queda em todas as regiões. Em relação a outubro de 2003, houve alta em quase todas as regiões, exceto Porto Alegre (– 0,7%).
O rendimento médio real habitualmente recebido pelos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (R$ 915,30), teve retração (-1,6%) na comparação mensal e aumentou (1,6%) frente a outubro de 2003. O dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (R$ 566,60) caiu tanto na comparação mensal (-1,9%) como na anual (-1,5%). Já o rendimento dos trabalhadores por conta própria (R$ 730,60) cresceu na comparação mensal (2,2%) e anual (6,4%).
Fonte: Ig Economia
Escrito por Marden David às 11h19
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DEU NO JORNAL DA TARDE...
Link: Telecentros, Infocentros e até emprego.
Foi publicado artigo no JT de hoje sobre os Telecentros e como a Oficina de Capacitação para Inserção no Mundo do Trabalho vem ajudando os usuários a se preparar para processos seletivos.
A matéria traz ainda depoimentos de usuários contando sobre o aprendizado que vêm obtendo no Telecentro.

Escrito por Marden David às 16h37
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2ª TURMA DE MULTIPLICADORES
Em Setembro foi a vez dos Monitores e Atu´s dos Telecentros da região Leste participarem da formação na Oficina de Capacitação para Inserção no Mundo do Trabalho.
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OFICINEIROS |
Telecentro |
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Ana Lucia da Silva |
Cidade Lider |
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Darlene Franco |
Luz e a Verdade |
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Daniele Paloma |
Aricanduva |
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Henrique Ferreira |
Arthur Alvim |
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Tiago Candido |
Dom Bosco |
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Amauri Silva dos Santos |
Nafi Carrão |
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Celso Catone Barbosa |
Vila Matilde |
Abaixo as fotos do encontro que trata de simulações de entrevistas profissionais, quando os mesmos puderam vivenciar na prática o papel de entrevistador e entrevistado.

Tiago entrevistando Ana Lúcia

Ana Lúcia entrevistando Henrique

Henrique entrevistando Celso

Celso entrevistando Danielle

Danielle entrevistando Amauri

Amauri entrevistando Tiago

Enquanto o grupo assiste as entrevistas e opina a respeito da postura, tom de voz, segurança, empatia, clareza de idéias,entre outros quesitos necessários para ter um bom desempenho numa entrevista profissional.
Escrito por Marden David às 15h30
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IMPOSTO DE RENDA
Filho desempregado poderá ser incluído como dependente na declaração do IRPF
15/07/2004 - 14h12 InfoMoney
SÃO PAULO - Os filhos e enteados desempregados poderão ser incluídos como dependentes na declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). O benefício pode ser concedido caso o Projeto de Lei 3654/04 que agora está sendo apreciado pela Comissão de Finanças e Tributação seja aprovado.
Jovens tem dificuldade de obter uma ocupação De acordo com o autor da proposta, o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), a medida é necessária porque os jovens brasileiros encontram muitas dificuldades para conseguir uma colocação no mercado de trabalho e, conseqüentemente, os pais acabam por sustentar os filhos desempregados em uma relação de efetiva dependência.
Para se ter idéia da dificuldade enfrentada pelos jovens para entrar no mercado de trabalho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego de abril deste ano atingiu 13,1%. Desse total, 20% eram pessoas em busca de seu primeiro trabalho. Em maio, o índice de desemprego já apresentou uma melhora, ficando em 12,2%.
Quem pode ser incluído na declaração do IRPF? Atualmente, podem ser incluídos como dependentes na declaração do Imposto de Renda:
o cônjuge;
o companheiro com vida em comum há mais de cinco anos, ou por período menor se da união resultou filho;
os filhos e enteados até 21 anos, ou de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
o menor carente, até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial;
o irmão, o neto ou o bisneto, até 21 anos, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de qualquer idade quando não tiver condições de trabalhar;
os pais, os avós ou os bisavós, desde que não tenham rendimentos superiores ao limite de isenção mensal;
o absolutamente incapaz, do qual o contribuinte seja tutor
De acordo com informações da Agência Câmara, a matéria que tramita em caráter conclusivo ainda seguirá para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Após isso, o projeto será encaminhado para o Senado Federal.
Escrito por Marden David às 13h12
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